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Tarifas de Trump emperram acordo aprovado pela China para criar divisão norte-americana do TikTok

Efeito tarifaço

O TikTok é um aplicativo de vídeos pertencente à empresa chinesa ByteDance e atualmente tem cerca de 170 milhões de usuários só nos EUA Imagem: Stock adobe

O anúncio de tarifas de importação de 34% sobre os produtos chineses pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, interrompeu um acordo para a divisão norte-americana do TikTok que já havia sido aprovado pelo governo chinês, NBC News.
O acordo para a venda do TikTok nos EUA havia recebido aprovação da China e estava prestes a ser anunciado.
Porém, foi prejudicado pelas tarifas impostas por Trump, que incluíam uma taxa de 34% sobre produtos chineses, segundo o relatório.
Também ontem (4), Trump revelou que vai assinar uma ordem executiva para permitir que o TikTok continue a operar nos Estados Unidos por mais 75 dias, enquanto as negociações sobre sua aquisição avançavam.

Já a ByteDance, que é proprietária da rede social, declarou que está em discussões com o governo norte-americano sobre uma solução para a continuidade da plataforma no país.

Lei prevê controle do TikTok por empresa dos EUA


Em abril do ano passado, o então presidente dos EUA, Joe Biden, sancionou uma lei que previa a transferência do TikTok para o controle de uma companhia norte-americana, sob ameaça de proibição de sua operação no país até 19 de janeiro de 2025.
Pouco antes da data final, a Suprema Corte votou de forma unânime para manter a lei que proíbe o aplicativo de vídeo de propriedade chinesa nos EUA, com base em questões de segurança nacional.
No dia de sua posse, Trump assinou uma ordem executiva instruindo o procurador-geral a não aplicar a proibição do TikTok por um período de 75 dias, até 5 de abril.
O TikTok é um aplicativo de vídeos pertencente à empresa chinesa ByteDance e atualmente tem cerca de 170 milhões de usuários só nos EUA.
A rede social tem sido alvo de intensos ataques das autoridades norte-americanas.

Elas temem que o governo chinês possa solicitar dados de usuários ou usar o aplicativo para divulgar propaganda.
O TikTok já manifestou repetidamente sua discordância com essas preocupações.

* Sputnik

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