Durante o “Hackathon Desafio: Mentes Criativas” realizado no Hub de Inovação Francisca Mina do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), Ouro Preto foi palco de criatividade e histórias de resistência.
O evento, que ocorreu de sexta-feira (29) a domingo (31), reuniu empreendedores, acadêmicos e a comunidade em busca de projetos inovadores para fortalecer a economia local, com foco em tecnologia e afroempreendedorismo.
Organizado pela Prefeitura de Ouro Preto em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA) e o IFMG, os quatro projetos vencedores serão implementados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Tecnologia.
O secretário Felipe Guerra destacou a importância de impactar não apenas as realidades individuais, mas também o futuro da cidade.
A abertura do Hackathon contou com a presença inspiradora de afroempreendedores e artistas, que compartilharam suas trajetórias.
Os participantes foram divididos em equipes e trabalharam em projetos relacionados a cinco áreas específicas, contando com o suporte de mentores para orientação e estímulo à criatividade.
No domingo, as equipes apresentaram suas propostas a uma banca de jurados, que escolheu como destaque um projeto de apoio a negócios liderados por mulheres negras, intitulado “Pretas no Corre”.
Os vencedores receberam prêmios em dinheiro e mentoria do Sebrae, com destaque para a mensagem de empoderamento e transformação trazida pela idealizadora do projeto.
Outras propostas premiadas incluíram uma horta comunitária de PANCs e oficinas culinárias, além de iniciativas de produção artesanal e imersão em inglês a partir de narrativas locais.
Os idealizadores dos projetos premiados terão acesso ao Expofavela 2026 em Belo Horizonte, ampliando suas oportunidades de desenvolvimento.
O evento não apenas incentivou a inovação e o empreendedorismo, mas também ampliou a visão de tecnologia nas comunidades, destacando seu potencial para conhecimento, formação e inclusão.
O Hackathon faz parte do projeto “Desafio: Mentes Criativas”, que busca diversificar a economia local e promover soluções sustentáveis através da tecnologia.
As inscrições foram abertas para afroempreendedores cadastrados na Rimpa-OP, garantindo representatividade e protagonismo.
