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Estreia de “Haicais para Diadorim” no Sesc Palladium amanhã

O espetáculo integra a 2ª edição da Mostra Ao Teatro, que traz ao Teatro de Bolso do Sesc Palladium, mais cinco espetáculos inéditos, interpretados por artistas 40+

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Peça Haicais para Diadorim - com Claudio Dias (Luna Lunera) e Letícia Castilho – crédito: Priscila Natany
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Amanhã, 19 de março, quinta-feira, a peça “Haicais para Diadorim – para os amantes tornados invisíveis” fará sua estreia, trazendo uma adaptação de haicais inspirados nos icônicos personagens de Guimarães Rosa, escritos por Carlos Viegas, um mineiro radicado em Brasília e autor de cinco livros.

Com Letícia Castilho e Cláudio Dias no elenco, a peça estará em cartaz de 19 a 22 de março, de quinta a sábado às 20h30 e domingo às 19h, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium, como parte da 2ª edição da Mostra AO TEATRO.

A mostra, que vai até 29 de março, apresenta seis trabalhos inéditos interpretados por veteranos como Letícia Castilho, Cláudio Dias e Alexandre Toledo, sob a direção de Rita Clemente.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo Sympla ou na bilheteria do Sesc Palladium por R$20,00 inteira e R$10,00 meia-entrada com a doação de 1 kg de alimento não-perecível.

Em “Haicais para Diadorim – para os amantes tornados invisíveis”, os personagens emblemáticos são apresentados em cenas que cruzam culturas e transcendem a realidade, explorando a poética do haicai. Com uma abordagem polifônica, os personagens ganham vida nas mãos de dois talentosos atores.

Rita Clemente, diretora da mostra, destaca a importância da formação de público e do acesso à arte, reunindo esforços e talentos para tornar o teatro acessível a todos. A mostra conta com a participação de mais de 40 profissionais e destaca o protagonismo de artistas 40+, como Júlio Maciel, Alexandre Toledo e Cláudio Dias.

Com adaptações de textos universais e uma abordagem original, a mostra busca trazer obras atemporais e urgentes para o público contemporâneo. A diretora enfatiza a criatividade, a arte e a importância de reinterpretar obras clássicas com um olhar contemporâneo.

Apesar de ser composta principalmente por solos, a mostra promove um diálogo entre as obras, criando uma experiência teatral única. A diretora ressalta a qualidade dialógica dos solos, que mesmo com um único ator em cena, conseguem transmitir profundidade e complexidade.

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