
Não durou 24 horas a vigência do decreto 10.531, que previa a possibilidade de transferir as Unidades Básicas de Saúde para a iniciativa privada.
O anúncio feito por Bolsonaro provocou uma gigantesca onda de protesos e repúdio à medida.
Com as manifestações contrárias, Bolsonaro revogou o decreto, mesmo após tentar nas redes sociais, negar as consequências da medida anunciada.
Em sua justificativa, disse que o espírito do Decreto 10.530 seria a conclusão de obras inacabadas de UBS pelo país.
Ela não produziu nenhum alívio às críticas, que denunciam a ideia de entregar o SUS ao setor privado, que faz da atenção à saúde uma mercadoria, não um serviço público.