Mostra de cinema Maria Bethânia – 60 anos de carreira de uma intérprete do Brasil

Mostra de cinema Maria Bethânia - 60 anos de carreira de uma intérprete do Brasil
Maria Bethânia completa sessenta anos de trajetória - Foto: Reprodução (redes sociais Maria Bethânia)
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Maria Bethânia comemora este ano, seis décadas de uma trajetória dedicada à música popular e ao ofício de interpretar o Brasil e seu povo.

Para celebrar esse marco, o Cine Vila Rica, em Ouro Preto, será palco nos dias 26 e 27 de agosto da Mostra de Cinema “Maria Bethânia, 60 anos de carreira de uma intérprete do Brasil”.

O evento contará com exibições de filmes, uma exposição fotográfica sobre o Bembé do Mercado (uma festa popular de Santo Amaro), além de intervenções artísticas e debates que abordarão memória, cultura e crítica social.

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Maria Bethânia é reconhecida por sua habilidade em unir música, literatura e teatro em sua obra, proporcionando uma interpretação única sobre o país, revelando suas contradições, dificuldades e resistências.

O evento, que acontecerá no anexo do Museu da Inconfidência (Rua Antônio Pereira, 3, Praça Tiradentes), faz parte da programação do FIU – Festival de Inverno Universitário da UFOP.

Os participantes serão certificados. A organização do evento é do “Trem da História: Grupo de Pesquisa e Extensão”.

Confira a programação

26/08 | Terça-feira 

  • 13h30 – Abertura da exposição fotográfica “Bembé do Mercado: festejo, devoção e resistência”, com Rafaela Fernandes (UECE) 
  • 14h00 – Exibição: “O VENTO LÁ FORA”, de Márcio Debellian 
    Documentário, 64min, Brasil, 2014 

O documentário apresenta o poeta português Fernando Pessoa a partir da leitura de poemas criada pela professora Cleonice Berardinelli e pela cantora Maria Bethânia. O filme também registra os ensaios para a leitura, as conversas sobre a obra do poeta e a pesquisa de manuscritos e imagens raras.

  • 15h10 – Debate com mediação da Profa. Carolina Anglada (UFOP) 
  • 16h10 – Exibição: “FEVEREIROS”, de Márcio Debellian 
    Documentário, 73min, Brasil, 2017 

A partir do vitorioso carnaval da Mangueira em homenagem a Maria Bethânia, o filme percorre uma viagem entre o Rio de Janeiro e o Recôncavo da Bahia, acompanhando a cantora no universo familiar, festivo e religioso que inspirou o enredo.

  • 17h30 – Intervalo 
  • 18h00 – Exibição: “PEDRINHA DE ARUANDA”, de Andrucha Waddington 
    Documentário, 61min, Brasil, 2006. 

O documentário oferece um olhar íntimo sobre Maria Bethânia, mostrando-a em diferentes contextos, como bastidores de shows, conversas familiares e momentos de celebração dos 40 anos de carreira.

  • 19h00 – Debate com mediação do Prof. Leonardo Nogueira (UFOP) 
  • 20h00 – Chama Bethânia: intervenção artística em homenagem à Maria Bethânia

  • 27/08 | Quarta-feira 
  • 15h – Recital: Quem fala de mim tem paixão, com Charles Paiva
  • 15h10 – Exibição: “BETHÂNIA BEM DE PERTO”, de Eduardo Escorel e Júlio Bressane 
    Documentário, 33min, Brasil, 1966. 

O filme acompanha a chegada de Maria Bethânia ao Rio de Janeiro em sua primeira apresentação no Show Opinião substituindo Nara Leão, além de momentos com a cantora passeando pela cidade e sua intimidade em casa com amigos como Jards Macalé, Rosinha de Valença e seu irmão Caetano Veloso.

  • 15h40 – Apresentação: “Não ando no breu, não ando na treva”, com Andréia Roseno 
  • 16h00 – Exibição: “OS DOCES BÁRBAROS”, de Jom Tom Azulay 
    Documentário, 103min, Brasil, 1976. 

O documentário registra, no contexto da Ditadura de 1964, a comemoração dos dez anos de carreira dos cantores baianos Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa. Eles formaram o grupo intitulado “Doces Bárbaros” para realizar uma turnê comemorativa pelo Brasil.

  • 18h00 – Debate com mediação do Prof. Marlon de Souza Silva (UEMG)
  • 18h40 – Recital: Quem fala de mim tem paixão, com Charles Paiva
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