Na reunião ordinária nesta quarta-feira (25), os vereadores de João Monlevade aprovaram quatro projetos, sendo três deles em segundo turno e redação final. As propostas abrangem áreas como educação, meio ambiente e saúde, com impacto direto na qualidade de vida da população.
Um dos destaques foi o Projeto de Lei nº 1573/2025, de autoria do vereador Bruno Cabeção (Avante), que garante acompanhamento integral a estudantes com dislexia, TDAH e outros transtornos de aprendizagem. A iniciativa prevê atendimento pedagógico especializado, metodologias adaptadas e suporte integrado das áreas de saúde e assistência social, tornando o ensino mais inclusivo.
Para Bruno, a aprovação representa avanço importante: “Estamos dando um passo muito grande para que a cidade continue avançando na pauta da acessibilidade e inclusão”, comemorou.
Na pauta ambiental, foi aprovado o Projeto de Lei nº 1576/2025, do vereador Fernando Linhares (Podemos), que institui a Política Municipal de Enfrentamento às Mudanças Climáticas. O texto define diretrizes locais para prevenção de impactos ambientais, incentivo a práticas sustentáveis e promoção da participação social.
Linhares destacou a relevância da proposta: “Este é um passo decisivo rumo ao futuro sustentável da cidade”. Ele também ressaltou a importância do diálogo com grandes empresas, como a ArcelorMittal, para geração de benefícios, como créditos de carbono.
Na área da saúde, o plenário aprovou o Projeto de Lei nº 1580/2025, de autoria do vereador Vanderlei Miranda (Podemos). A medida obriga que hospitais e unidades de saúde do SUS e da rede privada disponibilizem leitos separados para parturientes de natimorto e mulheres diagnosticadas com óbito fetal. O objetivo é oferecer acolhimento mais humanizado e respeitoso, evitando que essas pacientes compartilhem o mesmo espaço com mães de recém-nascidos vivos.
Vanderlei explicou a relevância da proposta: “Espero que o projeto seja pouco utilizado, mas que, quando necessário, traga conforto e amparo às mulheres de Monlevade”.
Com a aprovação das matérias, a Câmara reforça seu papel na promoção de políticas públicas que unem inclusão social, sustentabilidade e dignidade no atendimento à saúde.






























