Taxa de desocupação é de 11,8% e subutilização beira 25% no trimestre

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No trimestre encerrado em julho de 2019, a taxa de desocupação (11,8%) recuou 0,6% em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2019 e caiu 0,5 p.p. na comparação com o mesmo trimestre de 2018 (12,3%).A população desocupada (12,6 milhões de pessoas) recuou 4,6% (menos 609 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e ficou estatisticamente estável em relação a igual período de 2018 (12,8 milhões).

A população ocupada (93,6 milhões de pessoas) cresceu em ambas as comparações e é a maior da série: 1,3% (mais 1.219 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 2,4% (mais 2.218 mil pessoas) na comparação como o mesmo período de 2018.

Quadro de alto nível de desemprego desestimula consumo e atrasa retomada do crescimento. Foto: José Cruz ABr

A população fora da força de trabalho (64,8 milhões de pessoas) permaneceu estável tanto na comparação com o trimestre anterior quanto na comparação com o mesmo período do ano anterior.

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A taxa composta de subutilização da força de trabalho (24,6%) caiu 0,4 p.p em relação ao trimestre anterior (24,9%) e manteve-se estável frente ao mesmo período de 2018 (24,4%).  

A população subutilizada (28,1 milhões) não teve variação significativa frente ao trimestre anterior e subiu 2,6% (mais 703 mil pessoas) frente ao mesmo tri de 2018.

Desde o início da crise econômica, milhares perderam o emprego e reconquistá-lo não tem sido tarefa fácil. Foto do sindicato dos comerciários de São mostra fila gigantesca de pessoas em busca de trabalho, em 2018. Quadro atual continua idêntico.

O número de pessoas desalentadas (4,8 milhões) não mostrou variação significativa em ambas as comparações.

O percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho ou desalentada foi de 4,4%, repetindo o recorde da série e mantendo estabilidade em ambas as comparações.

O número de trabalhadores por conta própria (24,2 milhões) bateu novo recorde da série histórica e subiu nas duas comparações: 1,4% (mais 343 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 5,2% (mais 1,2 milhão de pessoas) frente ao mesmo período de 2018.

O rendimento médio real habitual (R$ 2.286) caiu 1,0% frente ao trimestre anterior e não teve variação significativa frente ao mesmo trimestre de 2018. Fonte: IBGE

Fonte: IBGE

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