Congonhas se prepara para o Jubileu do Bom Jesus de Matosinhos

Congonhas se prepara para o Jubileu do Bom Jesus de Matosinhos
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De 6 a 15 de setembro, a cidade de Congonhas, conhecida como a Capital Mineira da Fé, será palco da celebração do tradicional Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, atraindo milhares de romeiros de todo o Brasil. Em sua 244ª edição, a festa religiosa destaca-se pela sua importância histórica, cultural e espiritual para Minas Gerais e para o país. No dia 16, toda a estrutura será desmontada, sem possibilidade de prorrogação.

O presidente da Comissão Organizadora do Jubileu 2025, Alexandre Magno, destaca o empenho das diversas secretarias municipais e o trabalho dedicado dos servidores para a realização do evento. A presença da imagem de Nossa Senhora da Piedade será uma novidade este ano, reforçando o caráter devocional da festa.

A organização está intensamente envolvida na organização do trânsito e na fiscalização das barracas, que deverão respeitar os espaços delimitados e manter a limpeza adequada. Não serão permitidas barracas na Alameda. Pontos de apoio na área da saúde estarão disponíveis, assim como estacionamento exclusivo para descarregar mercadorias dos vendedores.

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A Praça de Alimentação, localizada na Romaria, oferecerá diversas opções gastronômicas aos visitantes. Comerciantes locais participarão através da Asisc, associação que já conta com oito adesões confirmadas. A arrecadação das locações de tendas será revertida para o Fundo Profeta, destinado à preservação do patrimônio.

Fé, tradição e turismo

O Jubileu é uma festa religiosa que, ao longo dos anos, atraiu o comércio, mas sua essência permanece: resgatar a fé e fortalecer a devoção ao Bom Jesus. A tradição movimenta hotéis, aquece o comércio e solidifica Congonhas como destino do turismo religioso.

Durante todo o período, qualquer irregularidade poderá ser reportada à Secretaria de Cultura, que funcionará como QG de fiscalização. Com organização rigorosa e espírito de devoção, Congonhas se prepara para receber os fiéis, mantendo viva uma tradição que atravessa séculos e reafirma a cidade como um dos maiores símbolos da religiosidade mineira.

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