Israel e Hamas firmaram a primeira etapa de um acordo de paz e cessar-fogo em Gaza, conforme anunciado inicialmente pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e posteriormente confirmado pelas partes envolvidas.
Trump declarou em suas redes sociais que todos os prisioneiros mantidos pelo Hamas desde 7 de outubro de 2023 na Faixa de Gaza serão libertados, destacando a importância desse marco para o mundo árabe, muçulmano, Israel, nações vizinhas e os Estados Unidos da América.
O Hamas, por sua vez, solicitou que os países garantidores do tratado assegurem que Israel cumpra integralmente os termos do acordo.
O grupo palestino elogiou a mediação do cessar-fogo realizada por Catar, Egito e Turquia, agradecendo também os esforços de Trump.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que o governo se reunirá para aprovar internamente o tratado, destacando-o como um sucesso diplomático e uma vitória nacional e moral.
O governo israelense prevê a libertação dos prisioneiros a partir de sábado, embora o Hamas tenha solicitado um prazo adicional, condicionando a soltura à libertação de pessoas detidas em Israel.
O acordo é visto como um passo crucial para o fim do conflito e a entrada de ajuda humanitária em Gaza. Detalhes adicionais serão divulgados posteriormente.
Apesar de acordos anteriores de cessar-fogo terem falhado, a comunidade internacional tem buscado soluções para encerrar o conflito, com vários países reconhecendo o Estado palestino como forma de pressionar por uma resolução humanitária em Gaza e evitar a anexação de territórios palestinos.
O caminho rumo a dois estados coexistentes ainda é incerto, com os Estados Unidos condicionando o reconhecimento do Estado palestino a reformas na Autoridade Palestina e à reconstrução de Gaza.































