
Milho verde, canjica, pipoca, caldos, pamonha, curau, pastel, feijão tropeiro, torresmo, quentão e doces artesanais: o Arraiá da Liberdade 2025 promete ser uma verdadeira festa para os sentidos, especialmente para o paladar.
De sexta a domingo (27 a 29/6), os jardins do Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, recebem uma das festas juninas mais tradicionais e completas de Minas Gerais. Com entrada gratuita, o evento reúne mais de 20 barraquinhas gastronômicas, além de shows de forró, quadrilhas, oficinas, projeções visuais e outras atrações culturais que celebram a cultura dessa festa popular brasileira.
A praça de alimentação é um dos grandes atrativos do evento, trazendo sabores que aquecem o inverno e a memória afetiva dos mineiros.
O milho, protagonista das festas juninas, aparece em diversas versões, como pamonha, curau, mingau, bolo de milho, canjica e outras receitas que mantêm viva a tradição caipira.
No setor de salgados, os visitantes vão encontrar os pastéis variados, os caldos e espetinhos. Também fazem parte do cardápio hambúrgueres artesanais, feijão tropeiro, pão com pernil, hot dogs gourmet, além de torresmo.
Para adoçar o arraiá, todos podem apreciar doces artesanais, queijos e cachaças, churros e pipocas. Nas bebidas, o público conta com vinhos, drinks, choperia e outras opções que vão de quentão e vinho quente aos drinks autorais e chope artesanal.

O evento integra o Minas Junina e faz parte do calendário do Ano Mineiro das Artes (AMA 2025).
História da Chita
O evento conta com shows musicais, quadrilhas profissionais, exposições, oficinas, cortejos e intervenções visuais. Um dos destaques é o projeto Gato do Entardecer, que traz projeções mapeadas, instalações com painéis reciclados, oficinas com chita e a apresentação do bloco Gato Escaldado.

A exposição “A História da Chita”, com curadoria comunitária, valoriza o tecido símbolo das festas populares e sua origem mineira, destacando as tecelagens de Caetanópolis e homenageando Clara Nunes, que trabalhou em uma das fábricas. A mostra inclui fotos, tecidos antigos e o minidocumentário inédito “De Minas à Paris!”.
Outro destaque é o documentário “Caminho da Roça”, que será exibido diariamente e retrata o papel das festas juninas na formação da identidade cultural mineira.
Foto: Lucas Gil/Lana Domingos e Chita Tecidos




























