Atos pelo fim da escala 6×1 ocorreram neste domingo em diversas capitais

Atos pelo fim da escala 6x1 ocorreram neste domingo em diversas capitais
Ato contra escala 6×1 na orla de Salvador | Crédito: Edmilson Barbosa/CUT
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O domingo (24) foi marcado por mobilizações em várias capitais do Brasil pedindo o fim da escala 6×1.

Os atos foram organizados pelos movimentos que fazem parte das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, junto com o movimento Vida Além do Trabalho (VAT).

As manifestações visam pressionar o Congresso a aprovar a redução do limite de horas de trabalho semanal para 40 horas e a mudança da escala de trabalho de 6 para 5 dias, com dois dias de descanso remunerado.

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Em Salvador (BA), o protesto ocorreu durante a manhã, com a concentração no Morro do Cristo, seguindo até o Farol da Barra, um famoso ponto turístico da cidade.

Em Curitiba, a manifestação foi realizada na Praça João Cândido, contando com a presença da CUT e de vários movimentos populares.

Na capital gaúcha, o ato atraiu manifestantes e parlamentares de esquerda, como as deputadas federais Daiana Santos (PCdoB), Maria do Rosário (PT), Fernanda Melchionna (PSOL) e Paulo Pimenta (PT-RS), que é o Líder do Governo na Câmara dos Deputados.

Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo programaram atos para hoje, segunda-feira (25).

  • Cuiabá 25/05 – segunda – 14h TRR, Avenida do CPA
  • Rio de Janeiro – RJ 25/05 – segunda – 16h Candelária São Paulo –
  • São Paulo – 25/05 – segunda – às 17h Masp

Na segunda-feira (25), está planejada a leitura do parecer do deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), que é o relator da proposta na Comissão Especial sobre o Fim da Escala 6×1 Vida Digna ao Trabalhador, e espera-se que o relatório da comissão seja votado até a próxima quinta-feira (28) no plenário da Casa.

A proposta do governo busca a aprovação do projeto com implementação imediata.

Em contrapartida, os parlamentares do Centrão e da direita haviam apresentado, no dia 14, uma emenda à PEC 221/2019 que propunha uma transição de até dez anos para a redução da carga de trabalho.

Este texto permitia aumentar a jornada semanal para até 52 horas, mas, após uma reação negativa significativa, os líderes dos partidos removeram suas assinaturas da emenda.

Para que a proposta de redução da jornada de trabalho avance, é necessário obter pelo menos 308 votos favoráveis em dois turnos de votação na Câmara dos Deputados.

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