O Festival Teatro em Movimento, sob a curadoria e coordenação de Tatyana Rubim, desembarca em Itabira na sexta-feira, dia 14 de agosto, às 20h, com o espetáculo Delírio, monólogo estrelado pelo talentoso ator Jonas Bloch.
Celebrando os 25 anos do festival, a montagem é uma homenagem à obra do poeta Manoel de Barros, convidando o público a adentrar em um universo onde poesia, memória, natureza e imaginação se entrelaçam.
Neste monólogo emocionante, a poesia de Manoel de Barros se transforma em uma experiência cênica única, conduzindo os espectadores por uma jornada marcada pela delicadeza, pela imaginação e pela beleza encontrada nos pequenos detalhes da vida.
Delírio traz à vida as lembranças da infância, os cenários do Pantanal, a exuberância da natureza e o humor peculiar do poeta, tudo interpretado de forma magistral por Jonas Bloch, em uma encenação que destaca tanto a força do texto quanto a expressividade das imagens.
A escolha de apresentar Delírio em Itabira ganha um significado especial, pois o espetáculo inspirado na obra de Manoel de Barros chega justamente à cidade de Carlos Drummond de Andrade, promovendo um encontro simbólico entre dois gigantes da poesia brasileira. Sob a sensível direção de Jonas Bloch, o público é levado a uma experiência emocionante que mescla poesia, teatro e artes visuais de forma única.
Com um cenário inspirado na obra de Arthur Bispo do Rosário, criado pessoalmente por Jonas Bloch, a montagem de Delírio vai além da interpretação, integrando elementos visuais que dialogam diretamente com a linguagem poética de Manoel de Barros. Mais do que um espetáculo teatral, Delírio é uma imersão na visão de mundo do poeta, convidando o público a enxergar a vida de uma forma mais poética e encantadora.
Manoel de Barros, reconhecido como um dos maiores escritores brasileiros, trouxe uma nova perspectiva à linguagem poética, valorizando a natureza, a infância e as pequenas descobertas do dia a dia. Sua obra, premiada e admirada em todo o mundo, é celebrada em Delírio como um convite à contemplação, à escuta atenta e à imaginação sem limites. Esta montagem teatral é mais do que uma homenagem, é uma celebração da poesia e da vida, guiada pela sensibilidade e maestria de Jonas Bloch.





























