Itabira inicia mapeamento aéreo com drones para controle de arboviroses

Agilidade contra o mosquito

Com o auxílio da tecnologia, será possível localizar focos de difícil acesso e agir com mais rapidez e eficiência no controle das arboviroses
Continua após a Publicidade

A Prefeitura de Itabira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e daCoordenadoria de Controle de Zoonoses, iniciou o primeiro mapeamento aéreo inteligente para controle de arboviroses no município, no dia 6.

A ação é realizada em parceria com a empresa Aero Engenharia Ltda, especializada em monitoramento vetorial com o uso de drones (VANTs).

A iniciativa visa modernizar e fortalecer as ações de vigilância e prevenção de doenças como dengue, zika e chikungunya.

Publicidade

Com isso, busca ampliar a capacidade de identificação de áreas de risco e otimizando o planejamento epidemiológico da cidade.

Serão mapeados aproximadamente 1.808 hectares, abrangendo praticamente todo o território urbano e os distritos de Senhora do Carmo e Ipoema.

A execução será feita em quatro etapas sequenciais, entre os meses de novembro e dezembro de 2025.

Como previsto, a primeira etapa foi no dia 0/11 e cobriu o Bairro Gabiroba, Barreiro, Cedro, CDI, e distritos Ipoema e Senhora do Carmo

Áreas programadas

No próximo dia 17/11, acontece a segunda etapa nos bairros Bairros Hamilton, Amazonas, Clóvis Alvim I e II, São Bento, Bálsamos, Ribeira, Jardim Belvedere, Fênix, Madre Maria, Bethânia, Juca Batista, Machado,  Vila Técnica, Santa Ruth, Monsenhor José Lopes e Santa Marta e Real Campestre Clube,

Em dezembro acontecem duas etapas, sendo no  dia 01/12, vistoriados os Bairros Água Fresca, Novo Amazonas, Areão, Vila São Joaquim, Centro, Juca Rosa, Esplanada da Estação, Major Lage de Baixo, Pará, Vila Amélia, Pedreira, Santo Antônio, São Marcos e Panorama.

No dia 15/12, será a vez do dos bairros Barro Branco, Beleville, Jardim Buritis, Chapada, Boa Esperança, Colina da Praia, Eldorado, Jardim das Oliveiras, Nova Vista, Bela Vista, Penha, Campestre, Praia, Santa Matilde e São Francisco.

Segundo relatório da Coordenadoria de Controle de Zoonoses, os drones permitirão a identificação precisa de áreas críticas e de difícil acesso, com georreferenciamento de potenciais focos do mosquito Aedes aegypti.

Com isso, as imagens e dados coletados serão analisados para orientar ações estratégicas e definir áreas prioritárias de atuação das equipes de campo.

Após a conclusão do mapeamento, também está previsto a aplicação aérea direcionada de larvicida (aspersão), exclusivamente nos pontos críticos previamente identificados, com confirmação de focos e de difícil acesso para tratamento manual convencional.

Privacidade

A SMS ressalta que os drones não registram nem identificam pessoas.

Todas as imagens captadas passam por processamento seguro e borramento automático, garantindo total sigilo e respeito à privacidade dos moradores.

Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Publicidade