
Uma visita técnica reuniu a Prefeitura de Ouro Preto e representantes da Novelis para tratar da entrega do espaço recreativo que está sendo construído pela empresa e será ofertado ao município. O parque de vivência irá atender à comunidade ouro-pretana como excelente opção para o lazer, esporte e cultura, dentre outras atividades de recreação.
O local onde o projeto está sendo desenvolvido fica no Bairro Jardim Alvorada, à Rua Antônio Esteves do Sacramento, antigo depósito de rejeitos da Alcan. A primeira fase dos trabalhos já foi concluída e se refere a questões ambientais como impermeabilização do solo, adequação do relevo e redes de drenagem.
O prefeito Angelo Oswaldo reconheceu o ganho significativo que esse espaço trará para a qualidade de vida dos ouro-pretanos: “Nós vamos ter uma área de setenta mil metros quadrados, voltada integralmente para o lazer, o esporte, a cultura, a vivência comunitária; um parque maravilhoso que será entregue a Ouro Preto e mantido pela Prefeitura em parceria com a Novelis”.

Já a vice Regina Braga comentou que esta será uma das obras que mais vai beneficiar as famílias de Ouro Preto, que é carente de áreas de convivência, de lazer e esportivas.
O secretário de Meio Ambiente, Chiquinho de Assis, destacou a responsabilidade ambiental que o espaço demanda. “Enquanto secretaria de Meio Ambiente, nós temos a responsabilidade de acompanhar o monitoramento dessa área que continua sendo uma responsabilidade da Novelis. Então vamos buscar agora um uso público correto, abrindo de fato para a comunidade esse local agradável”, disse.
A área foi utilizada para deposição de rejeitos da antiga Alcan até 1974, quando foi desativada e parou de receber rejeitos. A partir daí, a Alcan iniciou uma série de projetos para sua remediação. Em seguida, foi realizado um estudo para identificar a situação do subsolo, bem como propor uma soluções e utilidade futura, com futuras estruturas para diversas formas de lazer.
A conclusão dos projetos e infraestrutura do espaço está prevista para iniciar em abril e finalizar com nove meses de trabalho, informou João Bosco da Costa, consultor e procurador da Novelis.
Foto: Neno Vianna/PMOP