Itabira terá fábrica sustentável que transforma plástico PET em solução inovadora

outro destino ao plástico

A instalação da empresa é um importante passo para a consolidação do Projeto Itabira Sustentável e foi anunciada durante a reunião do Codema. Produto já é usado pela Vale para reduzir emissão de partículas de minério no ar
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Será inaugurada na próxima segunda-feira (15), a nova fábrica sustentável da Biosolvit, instalada em Itabira.

 A unidade foi apresentada oficialmente nesta sexta-feira (13), durante a reunião do Conselho Municipal de Conservação e Desenvolvimento do Meio Ambienta (Codema).

A empresa de supressor de poeira biodegradável marca um avanço significativo para a economia circular e para a agenda ambiental do município, além de fazer parte do Projeto Itabira Sustentável, desenvolvido pela Prefeitura de Itabira em parceria com a Vale.

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A Biossolvit chega no município com uma proposta inovadora de produzir resina biodegradável usada como supressor de poeira, aplicada no transporte e armazenamento de minério de ferro.

O produto já é utilizado pela Vale em algumas operações, reduzindo a emissão de partículas no ar.

Em Itabira será mais um braço da empresa que tem o projeto-piloto na cidade de Cariacica, no Espírito Santo.

Reunião do Codema de Itabira analisou projeto

Para a secretária de Meio Ambiente e Proteção Animal, Elaine Mendes, o projeto representa um marco para o município.

“A inauguração dessa fábrica consolida Itabira na vanguarda das soluções em plástico sustentável. Ao transformar PET em um supressor biodegradável fechamos um ciclo, geramos renda para catadores e damos um destino nobre a um resíduo que antes era problema para o meio ambiente”.

Cadeia produtiva da reciclagem

A expectativa é que a unidade absorva todo o PET gerado em Itabira e região, fortalecendo a cadeia local da reciclagem, gerando emprego e renda para os catadores.

De acordo com o diretor de pesquisa da Biosolvit, a planta une três grandes ganhos para o município. “O processo foi desenvolvido com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e a Vale para não gerar microplástico. É um avanço ambiental enorme. Também fortalece o trabalho dos catadores, agregando valor ao material que eles coletam”.

Ele citou benefícios econômicos, geração de empregos, movimentação do mercado e aumento da arrecadação ema Itabira”, disse.

A inauguração na segunda-feira (15), marca a entrega da estrutura contratual da planta. A fase operacional será iniciada posteriormente.

Com a chegada da empresa, a cidade avança no desenvolvimento sustentável, estimula a coleta seletiva, fortalece a economia local e se posiciona como referência em tecnologias ambientais.

Foto: divulgação Vale e Codema

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