
Com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida, saúde e bem-estar aos usuários do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), a Prefeitura de Santa Bárbara, por meio da Secretaria de Saúde, firmou uma parceria com a Associação Vida Nova para o desenvolvimento de oficinas de sublimação.
Desde janeiro deste ano, os encontros ocorrem semanalmente, todas as quartas-feiras, das 8h30 às 10h30, na sede da Associação.
O projeto, denominado “Há Tanta Vida Lá Fora”, busca promover momentos de socialização, aprendizado e autonomia, reforçando a importância da inclusão e da valorização dos talentos e da capacidade de cada participante.
O que é?
A oficina de sublimação consiste no processo de estampagem de produtos como camisas, bonés e canecas, confeccionados pelos próprios participantes e destinados a diversos setores da Prefeitura.
Mais do que uma atividade terapêutica e de distração, a iniciativa representa também uma possibilidade de aprender uma nova profissão e gerar renda alternativa.
Para participar, os usuários devem ser encaminhados de acordo com suas condições clínicas, medicação e projeto terapêutico individual por uma referência técnica do CAPS.
Todo o processo é acompanhado de perto pela equipe técnica e realizado com equipamentos e materiais específicos para cada etapa, garantindo segurança e qualidade no resultado final.
Durante as atividades, os participantes aprendem o passo a passo da sublimação, uma técnica que utiliza o calor para transferir imagens e estampas para tecidos e outros materiais.
Cada detalhe é planejado com cuidado, desde a escolha do tecido e do tipo de papel até a definição da arte a ser impressa, valorizando o trabalho manual e criativo de cada pessoa envolvida.
É nítida a satisfação e o entusiasmo dos participantes. Assim, a oficina se tornou um espaço de expressão e pertencimento, que contribui para o fortalecimento da autoestima e para o desenvolvimento de novas habilidades.
O projeto “Há Tanta Vida Lá Fora” mostra, na prática, que é possível olhar para além das dificuldades, estimulando a independência e a autonomia dos usuários do CAPS, ressaltando que há, de fato, muita vida lá fora.





























